A Tragédia do Aborto em Números

A dimensão do problema
O aborto não é algo pequeno: a OMS estima 73 milhões de abortos por ano no mundo.
•Isso significa que, a cada ano, milhões de vidas humanas em formação são interrompidas, muitas vezes de forma silenciosa e invisível à sociedade.

A própria OMS admite que 45% de todos os abortos são inseguros — ou seja, quase metade.
Isso gera consequências graves: cerca de 7 milhões de mulheres acabam nos hospitais todos os anos por complicações.
O resultado é trágico: cerca de 39.000 mulheres morrem anualmente no mundo em decorrência de abortos inseguros.

desigualdade por trás do aborto
Segundo a OMS, em países onde o aborto é restritivo, apenas 1 em cada 4 abortos é seguro.
Quem mais sofre são mulheres pobres, jovens e em situação de vulnerabilidade, que recorrem a métodos arriscados.
Isso mostra que o aborto não é solução: ele aprofunda a desigualdade social e atinge de forma mais dura quem já está fragilizado.

Mortalidade
A OMS afirma que abortos seguros têm mortalidade “negligível” (<1 morte por 100.000).
Já os abortos inseguros chegam a matar mais de 200 mulheres a cada 100.000 casos.
Isso prova que o aborto nunca será um procedimento neutro ou “sem riscos”: sempre haverá vidas perdidas — seja do bebê, seja da mãe.

 O aborto é uma prática que não resolve problemas sociais, mas cria outros: morte de inocentes, risco à saúde da mãe, sobrecarga nos hospitais (milhões em custos anuais), além de sofrimento psicológico e espiritual.
 A OMS evidencia a tragédia mundial do aborto: milhões de bebês mortos + dezenas de milhares de mães que também perdem a vida.


Matéria
 escrita por Jean carlos

Deixe comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos necessários são marcados com *.